
O advogado Alberto Jorge (conhecido por BETINHO), coordenador do projeto Direito de Viver, que recebe financiamento do Ministério da Saúde - PN/DST/AIDS e é executado com a parceria da ONG Pró-Vida, encaminhou nota ao BiVolt! contestando as informações contidas no texto postado na quarta-feira, dia 31, que se referia a denúncia feita por ele ao Ministério Publico, conta a Ong Pró-Vida, de atraso do pagamento dos vencimentos do advogado contratado para desenvolver atividades no referido projeto. As informações/denúncias chegaram ao BiVolt! através do e-mail mascarenhasgustavo@bol.com.br.
Segundo o advogado, em nota, o texto foi mais um “instrumento utilizado, no intuito de atingir diretamente ao Grupo Pró-Vida” e que se trata de um ato “inverídico, imoral, profano, cruel, impiedoso, sem rumo, falso e inventado”. Portanto, afirma Betinho, que não há nenhuma denúncia no Ministério Público referindo-se as tais acusações. O advogado ressalta que o dito, foi dito sem sua autorização e que a ação tipifica crime, de acordo com o Código Penal. Para ele tratam-se dos crimes de difamação e violação de comunicação, para citar alguns.
Na sua explanação, o advogado declara lamentar aonde foi parar o “Movimento Homossexual de Alagoas”, segundo ele, num ambiente cheio de “sentimentos de ódio, mentiras, promovido principalmente pela desarmonia e interesses pessoais”. Em sua opinião, tais fatos “extrapolam o respeito à cidadania, aos militantes e principalmente uma historia de luta contra a discriminação social em razão da opção sexual”.
“Gostaria que vocês fizessem uma reflexão a respeito da mentira, da falsidade, da inversão de valores, do uso indevido do nome de terceiros, da difamação, no intuito, descobrirmos se estamos utilizando a nossa inteligência para o bem ou para o mal”, enfatizou na nota o advogado Alberto Jorge.
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